3 dicas para dar mais segurança ao Twitter

Segurança no Twitter

Seguindo algumas recomendações é possível mitigar alguns riscos relacionados à invasão de contas.

Neste final de semana um grupo de crackers conhecido como Chuckling Squad invadiu a conta do CEO do Twitter, Jack Dorsey. O ataque aproveitou-se de uma vulnerabilidade conhecida como SIM swap.

Ninguém está a salvo desse tipo de incidente, porém, seguindo algumas recomendações, é possível mitigar os riscos, mantendo a conta do Twitter mais protegida. São elas:

Use autenticação de dois fatores

Por meio desse recurso é possível adicionar uma camada a mais de segurança, já que em vez de apenas digitar a senha, também é necessário confirmar a identidade por meio de um código enviado para o celular – garantindo que apenas você tenha acesso;

Evite o recebimento do código via SMS, dando preferência aos sistemas que geram códigos via aplicativo (como o Google Authenticator). Contas visadas, com um grande volume de ataques, sugere-se o uso de um número virtual, pois estes não estão vulneráveis a ataques SIM swap.

Senhas fortes

Para criar uma senha segura, use combinações extensas e distintas, com números, letras e símbolos. Use pelo menos 10 caracteres.

Jamais utilize a mesma senha em várias redes sociais e tenha uma solução de segurança para proteger seus códigos de acesso como o Kaspersky Password Manager, que armazena suas senhas, identifica as que são fracas e sugere outras mais fortes, além de preencher automaticamente as credenciais no login;

Não clique em links duvidosos ou enviados por estranhos

Ao usar o Twitter e outras redes sociais, esteja sempre alerta para links suspeitos, especialmente recebidos por SMS. Se você tem dúvidas do que seja, não clique, mesmo que tenha sido enviado por algum amigo ou conhecido.

Caso tenha clicado em um link suspeito ou desconfie que sua conta tenha sido invadida, altere sua senha o mais rápido possível. Para se ter uma ideia, somente no primeiro trimestre de 2019, a tecnologia antiphishing da Kaspersky evitou 111,8 milhões de tentativas de direcionar os usuários para sites fraudulentos, o que representa um aumento de 24% em comparação com o primeiro trimestre de 2018.

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