Sentidos Enganam Descartes

Os nossos sentidos nos enganam

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Nossos sentidos podem nos enganar e levar ao erro, mesmo neste post que possui um teor filosófico. Refletindo sobre o assunto, percebi a quantidade de horas que passo conectado durante o dia.

Ao acordar, por volta das 6:30h, a primeira coisa que faço é abrir o aplicativo da minha rádio favorita e ouvir as notícias enquanto me arrumo. Durante o café da manhã, checo meus e-mails no notebook e dou uma olhada rápida nas mensagens importantes.

No trajeto para o trabalho, me distraio lendo posts do Facebook pelo smartphone. Ao chegar, continuo conectado até o final da tarde: respondo e-mails, acesso websites, webmails, utilizo o Skype, Whatsapp, Telegram, Internet Banking, e até o serviço de ftp.

Ao retornar para casa, ligo novamente o notebook e navego na internet, assisto Netflix, Amazon Prime ou outros serviços de streaming.

Fazendo uma rápida soma, percebo que passo mais de 15 horas conectado ou próximo de um dispositivo com acesso à Internet.

No entanto, há uma diferença marcante. Quando estou offline, sempre estou em alerta: tranco a porta de casa, presto atenção no carro em busca de possíveis ameaças, aciono o alarme, ando pela calçada atento e evito sacar o smartphone para não chamar a atenção de ladrões. Na rua, sei como reduzir os riscos relacionados à segurança pessoal e à proteção de meus bens. O instinto de autopreservação está sempre ligado.

Por outro lado, quando estou online, às vezes, meu instinto de autopreservação falha, mesmo sabendo dos riscos. Isso me faz refletir sobre a falsa sensação de segurança que os ambientes virtuais nos proporcionam.

Lembrei-me das palavras de Descartes: “Os nossos sentidos, por vezes, enganam-nos. O melhor é não acreditarmos neles nunca, mesmo que nos enganem apenas ocasionalmente.”

As sofisticadas ameaças cibernéticas atuam de forma silenciosa. Quanto menos percebemos a ação dos cibercriminosos, melhor para eles, pois continuaremos sem tomar medidas de proteção.

Os malwares são apenas uma das ameaças às quais estamos expostos, sendo talvez a mais comum. Existem inúmeras técnicas criminosas, como a engenharia social.

É hora de nos preocuparmos com a segurança de nossa vida digital. Recomendo os produtos da Kaspersky para aqueles que possuem uma vida digital ativa, assim como eu. Conheça mais sobre eles aqui.

Autor: Yuri Kirichenco, especialista em segurança cibernética.

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