Brasil entre os 10 países mais afetados

Santiago Portiroli

Santiago Portiroli

Brasil aparece no ranking dos dez países mais afetados por golpes virtuais no mundo.

Em evento em Moscou, na Rússia, o analista da Kaspersky Lab, o argentino Santiago Portiroli disse que os malware criados no Brasil não são reutilizados, pois brasileiros criam novos códigos e tratam isso como um negócio.

Na América Latina, o Brasil lidera com 42% dos ataques No ranking mundial o Brasil está na nona colocação. A campeã mundial é a Rússia, com mais de 20% dos ataques detectados em empresas e usuários desse país.

Em 2016, o FBI, a polícia federal norte-americana, registrou que usuários perderam US$ 1 bilhão devido a ataques ransomware. Foram US$ 250 mil no ano anterior.

“É um crime perfeito. Infecta o usuário sem que ele dê duplo clique e o pagamento em bitcoin não é rastreável. Um kit de ransomware é vendido por US$ 5 mil e a promessa é de ganhar US$ 25 mil em um dia”, explica Portiroli.

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Não pague o resgate

Para combater o ransomware, a praga que mais cresceu em 2016, foi criada uma campanha chamada “No more ransom“, com apoio de empresas de segurança digital e agências governamentais. A ideia defendida é que o usuário pague o resgaste exigido pelo “sequestrador”. Apesar de o número ser modesto, em 2016, mais de 2,5 mil vítimas recuperaram os arquivos sem pagar o resgaste e US$ 1,5 milhão foram poupados.

A Kaspersky oferece para os seus usuários empresariais a tecnologia Anti-Cryptor, capaz de bloquear a ação da ameaça, antes que ela criptografe os dados.

 

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